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ANÁLISE – Comportamento – Quando é ou não é estupro?

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A nova geração tem revelado uma espécie de Revolução do Pensamento acerca de crimes sexuais e especificamente da liberdade sexual da mulher. Pontos de vista antes sequer cogitados são, hoje – felizmente, diga-se de passagem – objeto de uma problematização sem dúvidas necessária. Como resultado de um Movimento Feminista cada vez mais expressivo e de uma providencial evolução do pensamento moderno, o próprio conceito de estupro tem sido discutido e modificado nas mais variadas esferas da sociedade. Pensando nisto, a BBC reuniu 24 adolescentes, 12 de cada sexo, para assistirem ao seguinte episódio: a jovem Gemma convida seu amigo Tom – com quem tivera um breve affair – para uma festa em uma casa e, alcoolizada, deita-se no sofá e permite que ele deite com ela, deixando claro que ficasse quieto porque ela iria dormir. O garoto deita-se e, diante da passividade dela, beija-a e tenta coloca o próprio pênis […]

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CULTURA – Crônica – O que pode esta língua?

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Novas palavras e expressões surgem a cada dia, numa velocidade estonteante   De tempos em tempos, volto ao assunto. Abro a capinha do CD Velô e ponho pra tocarLíngua, Caetano e Elza Soares cantando juntos: “Gosto de sentir a minha língua roçar/A língua de Luís de Camões!” Já fiz um dicionário inteiro da língua morta, só de palavras que sumiram do mapa. Acontece que, de tempos em tempos, nasce uma palavra que se espalha pelos campos e pelas cidades, Brasil afora. Nos últimos tempos, tenho tido uma certa antipatia quando ouço alguém dizendo simples assim ou me poupe. Não sei explicar porquê. Acho chato e só. Hoje cedo, Ivan Finotti, meu amigo no Facebook,  postou sua antipatia por bora lá. Lembrei imediatamente do bora ir e ai surgiu a ideia dessa crônica. Graças ao bom Deus, todos os meus quatro filhos já saíram da adolescência e aqui em casa desapareceram o mó legal, o então e otipo. […]

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SAÚDE – Ansiedade – Rivotril, a droga da paz química

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Em 2007, foram vendidas no Brasil 29 mil caixas de clonazepam, princípio ativo de medicamentos como o Rivotril. Hoje são mais de 23 milhões Segundo a Anvisa, o consumo brasileiro do princípio ativo do Rivotril, o clonazepam, em 2007 era de 29 mil caixas por ano. Em 2015, este número atingiu os 23 milhões, de acordo com a IMS Health. O crescimento significativo em pouco tempo desperta as suspeitas de uso excessivo e desnecessário por parte de especialistas. Com a promessa de aliviar as pressões e as ansiedades cotidianas, psiquiatras e médicos em geral receitam o remédio tarja preta, ou seja, que pode causar dependência física e psíquica, mesmo que o paciente não apresente um caso clínico de ansiedade. Agravando a situação, o medicamento tem um valor relativamente baixo. A reportagem chegou a encontrar caixas a R$ 4. As mais caras são vendidas por cerca de R$ 20. O clonazepam, princípio ativo do medicamento Rivotril, do laboratório farmacêutico Roche, […]

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