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A beleza do silêncio, segundo os filósofos

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Como se expressar, seja escrevendo, seja falando? Essa é uma das questões presentes desde sempre para a humanidade. Na vida profissional ou amorosa, numa apresentação de trabalho a seus chefes ou nume mera conversa de bar, comunicar-se bem faz toda a diferença. Muitos sábios se detiveram nesse tema. Quase todos condenaram a verborragia, a eloquência desmedida, a suntuosidade verbal. A opção é pela simplicidade e pela brevidade. Uma pessoa afetada na maneira de falar ou escrever é afetada em outras esferas. “A verdade precisa falar uma língua simples, sem artifícios”, escreveu um filósofo da Antiguidade. O filósofo Montaigne (1533 – 1592) dedicou linhas brilhantes ao assunto em seus Ensaios. Montaigne contou duas histórias instrutivas e divertidas. Numa delas, os embaixadores de uma cidade grega tentavam convencer o rei de Esparta a aderir a um esforço de guerra. O espartano deixou-os falar longamente. Depois disse: “Não me lembro do começo nem […]

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Por que é tão difícil deixar de ser o velho você

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Na sua atual realidade… – Você tem pensamentos recorrentes, – Que motivam sempre as mesmas escolhas, – Que provocam sempre as mesmas reações, – Que levam às mesmas ações e comportamentos – Que acabam levando às mesmas experiências – Que fazem com que você se sinta sempre da mesma velha formas… E este é o seu estado de sempre… Você tá numa corrida de ratos, um replay constante das mesmas conexões cerebrais, dos mesmos padrões de comportamento. Você não consegue manter as suas decisões, você não tem consistência nas suas escolhas, você não tem clareza suficiente. As suas sinapses estão acostumadas a se conectar sempre das mesmas exatas formas. É por isso que mesmo querendo sair daí, mesmo querendo mudar, você não consegue. E antes que você fique aí se sentindo um perdedor, uma pessoa que “deu errado”, vou te explicar cientificamente por que isso acontece! Por que é tão […]

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Dama na mesa, puta na cama (por opção)

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Nunca teve vergonha de admitir: gostava (e muito) da vida a dois. Desde que se lembra por gente, Tais levava, meio de um jeito sem querer, todo e qualquer rolo que encontrasse no meio do caminho a sério. Nunca soube não se envolver, não gostar, não sentir. Nunca conseguiu fazer “só sexo”, com ninguém. E pra ser sincera, isso não a incomodava nem um pouco. Seu grande foda-se para o mundo dos clichês e regras sempre falou mais alto. Era do tipo que gostava de ser apresentada pra mãe e levada pra andar no shopping de mão dada no domingo à tarde, ao mesmo tempo que adorava saciar prazeres e fantasias de seus companheiros. Dama na mesa e puta na cama por opção, sabe? Ahhh, o sexo: essa sim, gostava da coisa e não tinha nem uma gota de vergonha em admitir. No fundo, sabia que fazia direitinho: tinha um […]

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