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Ciência Tecnologia

NASA encontra o maior sistema planetário da história

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Na última quarta-feira (2/2), a NASA, agência espacial norte-americana, anunciou que, a partir de um telescópio espacial em órbita, astrônomos conseguiram avistar mais de 1,2 mil possíveis planetas extrassolares (planetas fora de nosso sistema solar), que formam um novo sistema planetário. Trata-se da maior formação já encontrada, bem acima do número anterior, de pouco mais de 500 planetas extrassolares.
O novo sistema solar foi nomeado pela NASA de Kepler-11, em homenagem ao telescópio Kepler, que ajudou na descoberta. Durante coletiva de imprensa, o especialista do Ames Research Center, William Borucki, informou que, nos próximos meses, os candidatos a planetas serão confirmados, ou não, como tal.
No novo sistema, a estrela na qual os planetas giram em torno é muito parecida com o Sol, mas cinco dos planetas estão posicionados a uma distância equivalente à de Mercúrio e Vênus em nosso sistema solar, ou seja, são extremamente próximos uns dos outros. Além disso, os planetas são bem pequenos em relação a outros descobertos anteriormente, possuem baixa massa e densidade. Possivelmente, com condições inóspitas de vida para os seres humanos.
“É claro que tais planetas não precisam se parecer com a Terra de qualquer maneira”, explicou Jonathan Fortney, da Universidade da Califórnia, Estados Unidos, em entrevista à Reuters. “Os planetas de baixa massa do sistema Kepler-11 se parecem mais com Netuno, pequeno, do que com a Terra, que é gigante.”
Computação Tecnologia

Banda larga vai chegar a 100% das escolas públicas urbanas até final de 2011

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Até dezembro de 2011, as 62.864 escolas públicas urbanas de todo o Brasil terão acesso gratuito à banda larga, cumprindo assim o PBLE (Programa Banda Larga nas Escolas). De acordo com balanço divulgado pelo Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), até dezembro de 2010, 57.586 instituições já estavam conectadas – o que representa 91% de todas as escolas privilegiadas pelo programa.
Atualmente, São Paulo é o estado com o maior número de escolas beneficiadas, com 7.099 unidades, seguido por Minas Gerais (6.839), Bahia (5.645), Rio de Janeiro (4.847) e Paraná (3.836). Ao longo de todo ano de 2010, 14.588 instituições federais, estaduais e municipais situadas em zona urbana foram beneficiadas.
O PBLE nasceu em 2008, como parte de uma mudança no Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU) do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), que estabelece obrigações que precisam ser cumpridas pelas concessionárias de telefonia fixa. Um decreto trocou a obrigação de instalar Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs) em áreas urbanas pelo compromisso de levar aos municípios o chamado backhaul – que é a infraestrutura de rede para conexão em banda larga – e um aditivo estabeleceu o compromisso das empresas de levar a conexão até as escolas, sem custo.
O programa, desenvolvido em parceria pelo Ministério das Comunicações, MEC (Ministério da Educação), Anatel e operadoras de telefonia é válido até 2025. Até lá, qualquer nova instituição de ensino nova que se encaixar nas regras do PBLE terá de receber o acesso à banda larga.

Até dezembro de 2011, as 62.864 escolas públicas urbanas de todo o Brasil terão acesso gratuito à banda larga, cumprindo assim o PBLE (Programa Banda Larga nas Escolas). De acordo com balanço divulgado pelo Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), até dezembro de 2010, 57.586 instituições já estavam conectadas – o que representa 91% de todas as escolas privilegiadas pelo programa. Atualmente, São Paulo é o estado com o maior número de escolas beneficiadas, com 7.099 unidades, seguido por Minas Gerais (6.839), Bahia (5.645), Rio de Janeiro (4.847) e Paraná (3.836). Ao longo de todo ano de 2010, 14.588 instituições federais, estaduais e municipais situadas em zona urbana foram beneficiadas.  O PBLE nasceu em 2008, como parte de uma mudança no Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU) do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), que estabelece obrigações que precisam ser cumpridas pelas concessionárias de telefonia fixa. Um decreto trocou a obrigação de instalar Postos de Serviços de Telecomunicações (PSTs) em áreas urbanas pelo compromisso de levar aos municípios o chamado backhaul – que é a infraestrutura de rede para conexão em banda larga – e um aditivo estabeleceu o compromisso das empresas de levar a conexão até as escolas, sem custo. O programa, desenvolvido em parceria pelo Ministério das Comunicações, MEC (Ministério da Educação), Anatel e operadoras de telefonia é válido até 2025. Até lá, qualquer nova instituição de ensino nova que se encaixar nas regras do PBLE terá de receber o acesso à banda larga.

Mundo Digital Tecnologia

Quem está ganhando a guerra dos navegadores?

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Um pesquisa feita pela Net MarketShare na última terça-feira (1/2) sobre o uso de navegadores aponta que, em janeiro, o Internet Explorer, da Microsoft, teve uma queda de 56%, enquanto o Chrome, da Google, e o Safari, da Apple, concentraram os maiores índices de crescimento.
Em janeiro, o Chrome ultrapassou a marca de 10% dos usuários, aproveitando-se das quedas sucessivas do IE, que nos últimos dez meses perdeu 4% de sua representatividade. No mesmo período, o Chrome cresceu na mesma porcentagem.
Outro navegador que ganhou mercado foi o Safari, que bateu seu recorde de crescimento entre dezembro/2010 e janeiro/2011 e hoje representa cerca de 6% do mercado. Segundo a Net MarketShare, o aumento no número de usuários foi impulsionado pelas vendas de computadores Apple. Em janeiro, a fatia do Mac OS X cresceu 0.23% no mercado – a maior desde setembro/2009.
Ainda de acordo com a pesquisa, o segundo colocado – o Firefox, com 22% – não está conseguindo se apropriar dos usuários que deixam o IE e também vem perdendo espaço lentamente no mercado. A Mozilla pretende reverter essa situação com o lançamento do FireFox 4, que está em sua última versão Beta e deve chegar em breve.
“Nós vemos que a tendência de queda [do Internet Explorer] continua, mas o crescimento, que ia para o FireFox, agora vai para o Chrome e para o Safari”, afirmou o vice-presidente da Net MarketShare, Vince Vizzaccaro.
Dentro da Microsoft, os números apontam para um crescimento expressivo do Internet Explorer 8, que ganhou 1.15% de usuários em janeiro – cerca de uma vez e meia o ganho do Chrome. Apesar disso, a queda do Internet Explorer 6 acumulou 3.9% nos últimos três meses, o que ainda cobre o aumento do IE 8.
Entre os usuários do Olhar Digital esses números mudam consideravelmente, apesar da tendência de queda do IE e do Firefox e de crescimento do Chrome se manterem. Por aqui, o Firefox é lider e representa 33,2% dos acessos (contra 33,7% em dez/2010); o Chrome vem em segundo lugar, com 30,8% (contra 29,85% em dez/2010) e o internet Explorer já ocupa a terceira posição, com 26,86% (contra 28,2% em dez/2010).

Um pesquisa feita pela Net MarketShare na última terça-feira (1/2) sobre o uso de navegadores aponta que, em janeiro, o Internet Explorer, da Microsoft, teve uma queda de 56%, enquanto o Chrome, da Google, e o Safari, da Apple, concentraram os maiores índices de crescimento.
Em janeiro, o Chrome ultrapassou a marca de 10% dos usuários, aproveitando-se das quedas sucessivas do IE, que nos últimos dez meses perdeu 4% de sua representatividade. No mesmo período, o Chrome cresceu na mesma porcentagem.
Outro navegador que ganhou mercado foi o Safari, que bateu seu recorde de crescimento entre dezembro/2010 e janeiro/2011 e hoje representa cerca de 6% do mercado. Segundo a Net MarketShare, o aumento no número de usuários foi impulsionado pelas vendas de computadores Apple. Em janeiro, a fatia do Mac OS X cresceu 0.23% no mercado – a maior desde setembro/2009.
Ainda de acordo com a pesquisa, o segundo colocado – o Firefox, com 22% – não está conseguindo se apropriar dos usuários que deixam o IE e também vem perdendo espaço lentamente no mercado. A Mozilla pretende reverter essa situação com o lançamento do FireFox 4, que está em sua última versão Beta e deve chegar em breve.
“Nós vemos que a tendência de queda [do Internet Explorer] continua, mas o crescimento, que ia para o FireFox, agora vai para o Chrome e para o Safari”, afirmou o vice-presidente da Net MarketShare, Vince Vizzaccaro.
Dentro da Microsoft, os números apontam para um crescimento expressivo do Internet Explorer 8, que ganhou 1.15% de usuários em janeiro – cerca de uma vez e meia o ganho do Chrome. Apesar disso, a queda do Internet Explorer 6 acumulou 3.9% nos últimos três meses, o que ainda cobre o aumento do IE 8.
Entre os usuários do Olhar Digital esses números mudam consideravelmente, apesar da tendência de queda do IE e do Firefox e de crescimento do Chrome se manterem. Por aqui, o Firefox é lider e representa 33,2% dos acessos (contra 33,7% em dez/2010); o Chrome vem em segundo lugar, com 30,8% (contra 29,85% em dez/2010) e o internet Explorer já ocupa a terceira posição, com 26,86% (contra 28,2% em dez/2010).