Categoria dos Arquivos: Artigos

Artigos

Violência nas escolas e ações para a melhoria do ensino público

Publicado por:

Discutir a violência nas escolas não se limita apenas à sala de aula. Um bom diálogo começa dentro de casa, com os pais, onde se pode orientar, aconselhar, educar. Não basta matricular o filho (a) na sala de aula. Educação vem do berço. Todos sabemos que a escola, é uma instituição pública comprometida com a formação cultural e social para formar o cidadão de amanhã. O cidadão do futuro. Médicos, engenheiros, advogados, juízes, policiais e até garis precisam estudar. Todos precisamos do que aprendemos na escola para sermos alguém na vida, pois não nascemos sabendo de tudo.

Hoje em dia parece que em alguns casos a rivalidade entre professor e aluno ultrapassou os limites da tolerância, especialmente em escolas localizadas em regiões menos favorecidas. Alunos desinteressados e professores desestimulados, que ganham salários péssimos, não encontram bons locais para trabalhar, e ainda convivem com o medo e a insegurança. Há casos de professores que, em meio a tanto embaraço em sala de aula, resolveu abandonar a profissão e seguir outro caminho para evitar problemas. Entretanto, deve-se levar em conta questões para a melhoria do ensino público e uma educação de qualidade. Em escolas particulares, a situação não é diferente. Como os estudantes de lá são “clientes” da instituição de ensino, se sentem diferentes e começam a achar que podem fazer tudo como bem entenderem.

Com relação ao ensino público o governo também deve fazer a sua parte. Pagar um salário justo aos professores, investir na infra-estrutura das escolas, valorizar ainda mais uma educação de qualidade e colocar à disposição de alunos e professores o material de estudos, como computadores, uniformes, kits escolares etc. Esses são alguns pontos onde se pode ter um bom começo. Uma boa escola pública se reflete nos cidadãos do futuro. No Estado de Pernambuco, por exemplo, nunca se fez tanto pela educação. Na gestão do então governador Eduardo Campos, reeleito, muita coisa mudou e ainda vai mudar nos próximos quatro anos. Até agora, foram criadas as Escolas Integrais, onde os estudantes passam o dia todo na escola aprendendo diferentes disciplinas, o que não se faz nas escolas convencionais.

Só em 2010 foram construídas 57 escolas integrais, ampliando a carga horário de ensino para 18 mil estudantes. No Estado são 160 unidades no total nesse padrão. Foram investidos R$ 55 milhões para a reforma de 38 escolas e a construção de outras nove, segundo dados do portal de notícias pe360graus, além de construção de escolas técnicas. Os investimentos em recursos humanos, alimentação, material didático e equipamentos ultrapassaram os R$ 200 milhões. Hoje Pernambuco vive seus melhores momentos, com as empresas que se instalam no Estado, com a refinaria de Abreu e Lima, o crescimento do Porto de Suape, e com os muitos avanços que ainda estão por vir. Oferecendo uma educação pública com mais valorização, Pernambuco não precisará buscar mão de obra de fora.

Fonte:Olhar atual

Artigos

Minha história com o computador

Publicado por:

Ano 2000. Era o meu primeiro contato com o computador, onde dei meus primeiros passos para aprender a mexer nesse equipamento. Estudava no Solano Magalhães, no bairro do Pina, zona sul do Recife onde pudera concluir meu 1º ano do ensino fundamental. Quando entrava na sala de informática, era sempre a mesma coisa: desenhar ou escrever um texto no computador. Mas até que era legal. Eu me divertia desenhando árvores de Natal, e o meu colega as pintava, já que eram dois alunos por computador.

Hoje, dez anos já se passaram. Muita coisa mudou. Atualmente, a maioria dos monitores de computador que vemos por aí já são em tela LCD, diferente daqueles monitores grandes e pesados da época. A tecnologia avançou muito. Criou-se Orkut, Facebook, MSN, Twitter ao longo dos anos, sites de relacionamento que fazem o maior sucesso entre os jovens. Por isso naquele tempo nem adiantava correr pelos corredores da escola para chegar à sala de informática e abrir o Orkut, que até então não existia.

A internet revolucionou o mundo da tecnologia. Foi implantada no Brasil nos anos 1990 e hoje milhões de brasileiros têm acesso à rede. A tecnologia avançou tanto que até semáforos de trânsito são facilmente comandados por computador. Assim como as redes sociais, as mídias audiovisuais também evoluíram e acompanham o ritmo de crescimento no País, como a explosão de vídeos no you tube das mais diversas categorias, além do aumento no número de criação de blogs e de portais de notícias nos últimos anos.

Por:Fernando Siqueira

Artigos Comportamento

A face violenta das metrópoles

Publicado por:

A violência nas grandes cidades e Regiões Metropolitanas vêm alcançando níveis alarmantes que preocupam as autoridades. Muitos acreditam que a violência está relacionada às desigualdades sociais e à falta de oportunidades no mercado, além da deficiência na educação pública brasileira. Já outros, defendem a criação de leis mais rigorosas contra a criminalidade por parte dos governantes e acreditam na esperança de que seja implantada uma educação pública de qualidade no País.

Entretanto, enfrentar a violência é um desafio para o Estado, e envolve principalmente as esferas dos poderes Executivo e Judiciário. Discutir trazendo soluções para a segurança pública no Brasil é fundamental para assegurar os direitos da população, sobretudo dos mais carentes. A violência que se infiltra nas metrópoles por meio das favelas, que vão transformando a paisagem urbana num cenário de perigo e medo, é um dever do governo e da sociedade, como cidadãos, garantir a boa convivência e a harmonia nessas localidades.

Para tanto, existem ongs e instituições sem fins lucrativos que desenvolvem projetos que envolvem atividades esportivas e culturais, com o objetivo de resgatar crianças e adolescentes em situação de risco. Muitos deles sequer concluíram o ensino médio, mas não querem voltar para a criminalidade ou serem aliciados por traficantes.

Alvos fáceis de vulnerabilidade social, a taxa de homicídios registra um indíce maior de assassinatos entre o jovem pobre, morador de periferia, do sexo masculino e em sua maioria negro. Para reverter esse quadro, algumas cidades do Brasil adotaram programas de combate à violência para tentar diminuir os homicídios e dar mais segurança à população. Exemplo disso é o estado do Rio de Janeiro, com a implantação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) nas favelas mais perigosas da cidade.

Já em Pernambuco, o governo investiu na segurança pública com a criação do projeto “Pacto Pela Vida”, em 2007. O estado de Pernambuco também adquiriu mais de 300 novas viaturas de polícia em 2009 para dar maior suporte ao trabalho dos policiais.

Fonte:Olhar Nacional